FlipNpik: midia social colaborativa

O comércio eletrônico tem ganhado cada vez mais espaço no cenário mundial. Globalmente, estima-se que o E-commerce cresça a uma taxa anual de 12,3%. Na Ásia, este mercado conhece um crescimento anual mais sustentável: de 23,7% na Malásia, 23% na Índia, 20,7% na Indonésia, 18,3 % nas Filipinas, 17,4% na China, 17,2% no Vietnã e 16,7% na Tailândia.

Publicado em 20 de junho de 2018 por

O comércio eletrônico tem ganhado cada vez mais espaço no cenário mundial. Globalmente, estima-se que o E-commerce cresça a uma taxa anual de 12,3%. Na Ásia, este mercado conhece um crescimento anual mais sustentável: de 23,7% na Malásia, 23% na Índia, 20,7% na Indonésia, 18,3 % nas Filipinas, 17,4% na China, 17,2% no Vietnã e 16,7% na Tailândia.

Contudo, em outros países, o crescimento desse setor também é bastante considerável: no Reino Unido, por exemplo, segundo projeção do E-commerce Report 2018, o comércio eletrônico deve crescer cerca de 14% nesse ano. Já no Brasil, entre 2016 e 2017, houve aumento de 9% nas compras feitas via tablete ou celular – sendo este último o principal dispositivo utilizado pelos brasileiros para acessar a internet.

Diante desse contexto, os comércios locais vêm perdendo gradualmente espaço dentro da economia.  Mesmo que haja, por parte da população, uma conscientização a respeito da importância de fortalecer o comércio local, as empresas não têm conseguido manter os clientes da maneira ideal.

O papel das mídias sociais em todo esse cenário é fundamental. Aproximadamente 46% dos usuários online usam as redes sociais para auxiliá-los em suas compras. Além disso, 68% dos usuários do Facebook afirmam que tem tendência a comprar um produto ou visitar uma loja se houver indicação de um amigo, enquanto 72% das empresas B2C dizem ter adquirido novos clientes através de redes sociais.

Contemplando o que foi exposto acima, fica nítida a necessidade que as empresas locais têm de fazer melhor proveito das ferramentas digitais e mídias sociais a fim de fidelizar seus velhos clientes e atrair novos, assim permanecendo no mercado. É essa a missão do projeto FlipNpik.

Projeto FlipNpik

O projeto FlipNpik surge com a missão de promover o desenvolvimento de um circuito de consumo local sustentável e dinâmico e assim contribuir com o fortalecimento das economias locais. Para tanto, o projeto visa se tornar a primeira mídia social colaborativa entre empresas baseado na tecnologia Blockchain. Assim, a plataforma FlipNpik, conectada à Blockchain, oferece às empresas locais soluções digitais eficientes, acessíveis e seguras.

Para atingir esses objetivos e impulsionar o comércio local, a plataforma FlipNpik oferecerá diversos e inovadores recursos aos usuários, que incluem:

  1. Um diretório de empresas de determinada vizinhança, no qual usuários poderão descobrir e identificar empresas próximas;
  2. Feed de Notícias personalizado e adaptado para cada usuário;
  3. Um Perfil na rede que permitirá que os usuários apresentem suas preferencias e gostos em termos de consumo;
  4. Ofertas instantâneas e promoções excluivas;
  5. Uma biblioteca para que os usuários possam salvar seus posts e empresas favoritas;
  6. Marketplace;
  7. Jogos e entretenimentos;

8) Realidade virtual e aumentada que permitirá aos clientes experiências estimulantes tanto na compra online quanto na compra em lojas físicas.

Outros diversos recursos também serão disponibilizados para empresas, que entre outras coisas, poderão fazer registro e posts na plataforma de maneira acessível e grátis:

A empresa poderá criar um perfil para divulgar informações a respeito do seu negócio;

Ferramentas de Marketing exclusivas e acessíveis;

  1. Visibilidade;
  2. Marketplace;
  3. Dados inteligentes;
  4. Agendamento de postagens;
  5. Suporte Personalizado;
  6. Realidade virtual;
  7. Pesquisa para desenvolvedores de serviços.

Ecossistema

O ecossistema FlipNpik será baseado na geração e compartilhamento de valor construído entre empresas e consumidores. Para tanto, a Fliptech criou um sistema de recompensas, o Flip Social (FS) e um token, o Token FNP.

Num primeiro momento, a empresa poderá criar seu perfil e postar conteúdos para melhorar seu desempenho de mercado. A partir daí, os usuários poderão interagir dentro da plataforma compartilhando os perfis e posts de suas empresas preferidas, por exemplo. Além disso, os usuários podem registrar perfis de empresas ainda não cadastradas na plataforma. Em troca dessas ações, eles receberão recompensas Flip Social, através das quais poderão participar em promoções instantâneas e jogos. Por fim, parte dos FS pode ser trocada por Tokens FNP.

Os Token FNP poderão ser obtidos durante a venda privada e pública; através da conversão de FS em FNP; por meio de compras secundárias, como trocas de serviços prestado à empresa. Vale destacar que pelas empresas, os tokens poderão ser obtidos por meio de vendas de produtos e serviços aos usuários.

Esses tokens poderão ser utilizados dentro da plataforma para participar de jogos, obter promoções e cupons e para se tornar parceiro ou embaixador da empresa.

Detalhes da ICO

A ICO será divida em três fases. A venda privada, primeira fase, começou no dia 1 de maio e terminará no dia 30 de junho ou até atingir a meta de 30 mil ETH.  A pré-ICO, segunda fase, começa no dia 1 de julho e tem previsão para acabar no dia 31 de agosto. A ICO, que consistirá na última fase, está prevista para começar no dia 1 de setembro e terminar no dia 31 de outubro.

No total, serão liberados durante a ICO, 425 milhões de token FNP. Porém, serão liberados mais 574 milhões depois da ICO nos próximos 4 anos. No total, serão liberados nesses quatro anos um bilhão de tokens FNP. O HardCap da ICO é de 100 mil ETH/ 35 milhões de euros.

Para mais informações, acesse o site oficial da FlipNpik ou visite as redes sociais do projeto:

Facebook | Twitter | Linkedin | Bitcointalk | Telegram | Medium

Chrys
Chrys é fundadora e escritora ativa do BTCSoul. Desde que ouviu falar sobre Bitcoin e criptomoedas ela não parou mais de descobrir novidades. Atualmente ela se dedica para trazer o melhor conteúdo sobre as tecnologias disruptivas para o website.

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