world trade center WTC hacker 9/11 11 de setembro

Um grupo de hackers um tanto bizarro mais sério, chamado The Dark Overlord, fez declarações bastante ousadas sobre os ataques terroristas de 11 de setembro no World Trade Center em Nova York, EUA. Fora isso, o grupo já liberou uma parcela das informações após pagamento em Bitcoin.

O grupo alega ter 18.000 documentos “confidenciais, ocultos e secretos” obtidos subversivamente de várias agências de segurança dos EUA, incluindo o FBI e a TSA, e estão exigindo um resgate pago em Bitcoin para manter os dados em sigilo. Alegadamente, os documentos contêm detalhes confidenciais relacionados aos dados de seguros e litígios que poderiam presumivelmente revelar o que eles acreditam ser a “história verdadeira” sobre o que realmente aconteceu naquele dia fatal.

Como os ataques terroristas bem conhecidos ocorreram há mais de 17 anos, tem havido várias tentativas por apoiadores das teorias de conspiração para revelar o que eles acreditam ser uma tentativa do governo de ocultar os eventos reais. Alguns até afirmam que o evento devastador foi um trabalho interno e chegaram, a acusar o governo dos Estados Unidos de perpetrar o ataque.

Previamente, o grupo utilizava uma conta do twitter, entretanto, ela foi – mais rapidamente do que o normal – desativada e, após isso, eles passaram a utilizar a plataforma Steemit. O mesmo ocorreu com um documento previamente publicado no popular site Pastebin. Vale mencionar que ambos os sites possuem políticas de uso explícitas e também são contidos dentro de domínios .COM, que recai sobre a alçada legal dos EUA.

Documentos iniciais divulgados

Até agora, o grupo dos hackers já emitiu três arquivos como forma de provar que suas alegações não são frívolas e disponibilizou o arquivo criptografado de 10 GB para download antes de liberar a chave de criptografia. Diz-se que os documentos foram obtidos não apenas de agências governamentais, mas também de várias companhias de seguros, incluindo a Lloyds of London, a Hiscox e a Silverstein Properties, a empresa proprietária do complexo World Trade Center.

O grupo não está solicitando pagamento de nenhuma parte específica e individual, mas sim de “qualquer pessoa” que os documentos possam interessar, incluindo grupos terroristas, inimigos dos EUA e qualquer pessoa que possa ser identificada nos documentos. Acredita-se que alguns dos dados poderiam ter sido obtidos no início deste ano, quando a Hiscox confirmou um hacking que envolveu o roubo de documentos que poderiam expor seus detentores de seguros comerciais nos EUA.

Em uma das mensagens exigindo resgate, ainda no Twitter, o grupo ameaçou:

“Pague essa p****, ou vamos arruinar você com isso. Se você continuar a desapontar a gente, reforçaremos esses lançamentos liberando as chaves”.

Embora as agências governamentais possam querer manter as informações em segredo por motivos de segurança, é improvável que isso mude a mentalidade daqueles que acreditam na narrativa oficial sobre o dia 11 de setembro. Como a história tem mostrado, fatos e evidências são frequentemente os aspectos menos importantes que os humanos consideram quando formam opiniões sobre eventos altamente emocionais.

Vale notar que o Bitcoin continua a ser usado por hackers e criminosos, apesar de numerosos casos e evidencias de que essa moeda não possui um anonimato verdadeiro e que é relativamente fácil de rastrear pagamentos em Bitcoin em comparação com outras criptomoedas mais privadas.