OEL, ainda restam soluções para um transporte melhor

O setor de transporte e logística, segundo o Banco Mundial (2016), é responsável por cerca de 13% do PIB mundial. No Brasil, por exemplo, os custos de transporte e logística, incluindo armazenagem, serviços admirativos, estoque e outros, consumiram, apenas em 2015, cerca de 12,7% do PIB, ficando próximo do patamar de R$750 bilhões.

Publicado em 8 de julho de 2018 por

O estado do transporte rodoviário atual é decadente e preocupante. Entre seus vários problemas, destacam-se, por exemplo, as péssimas condições que os motoristas encontram – estradas ruins e acidentes são comuns na vida dos caminhoneiros, pelo menos no Brasil. O resultado se traduz em entregas com atrasos e produtos deteriorados. Roubos são outro fator agravante: em algumas regiões mais afastadas, é difícil não passar por tentativas ou assaltos propriamente ditos.

Além das péssimas condições de trabalho, o mercado encontra alguns outros fatores perturbantes. Restrições de crescimento aparecem no topo desse contexto, seguidas por uma profunda fragmentação do mercado, falta de liquidez e fluxo de caixa. O que falta é uma boa logística, e é justamente nisso que a plataforma OEL acredita: que com um toque de logística, é possível mudar o patamar do transporte atual.

A startup encontrou na Blockchain uma fonte de resolução para alguns problemas – o sistema da Blockchain é ideal para gerenciar o controle de mercadorias de uma forma totalmente segura e confiável. O usuário poderá rastrear as suas mercadorias a todo instante, de modo que será possível controlar os atrasos e, principalmente, melhorar a segurança da carga através da ciência de onde os produtos estão.

Outro benefício que vem agradando os clientes é o modo através do qual ocorrem as transações: registros ficam contidos em um “livro descentralizado” e são disponibilizados para compradores e vendedores de carga, para que desse modo, as mercadorias façam uma trilha imutável. O melhor de tudo é que os produtos não poderão ser trocados ou extraviados. Quem ganha é o cliente!

Conheça agora as funções do token

O token OPN será a estrela da plataforma e terá funções de destaque, como abastecer contratos inteligentes da plataforma, recompensar o compartilhamento ativo e passivo dos participantes e fornecer novas maneiras de negociar pagamentos com transparência e segurança.  

Distribuição dos tokens

A startup emitiu um total de 100 milhões de tokens, e a distribuição começará entre as duas fases do TGE. Ela funcionará da seguinte forma:

  • 47,5% para reservas e recompensas de Stake
  • 10% para equipe de gerência
  • 10% para Openford LTD
  • 5% para conselheiros e parceiros
  • 15% para a pré-venda
  • 10% para a venda principal

Informações sobre a ICO

Fique ligado, pois a plataforma decidiu dividir sua geração de tokens em duas fases. A primeira delas será composta por uma pré-venda de compradores privados e uma venda principal para compradores públicos – isso ocorrerá no segundo trimestre de 2018. O token será compatível com o padrão ERC-20 e, a princípio, contará com um valor de US$0,5 por unidade. A plataforma espera levantar aproximadamente US$5 milhões durante o período de vendas. Limite por pessoa US$200 – 25 mil

Vale destacar que o Soft cap é de US$4 milhões, enquanto o Hard cap está fixado em US$15 milhões.

Para mais informações, acesse o site oficial da OEL ou dê uma espiadinha nas redes sociais do projeto:

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Chrys
Chrys é fundadora e escritora ativa do BTCSoul. Desde que ouviu falar sobre Bitcoin e criptomoedas ela não parou mais de descobrir novidades. Atualmente ela se dedica para trazer o melhor conteúdo sobre as tecnologias disruptivas para o website.

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