Opus, visando um mundo melhor para a indústria da música

Publicado em 20 de agosto de 2017 por

Uma profissão linda é a do músico, eles que trazem grande inspiração para muitas pessoas. Nas letras viajamos, sonhamos e nos apaixonamos, lembranças vem e vão numa explosão de sentimentos e paixão. Quando paramos para pensar por um segundo, em quase todos os bons momentos de alegria ou nos momentos de dor, tristeza ou em uma perda muito grande, tem uma música que te faz sorrir ou chorar. Pensando no quão importante e no tanto que a música significa, a Opus preza pelo bem-estar dos seus clientes e músicos e vem com um projeto onde visa um novo mundo de música justa, descentralizada e não censurável.

Serviços de streaming, um bem ou um mal?

É difícil encontrar pessoas que não apreciam uma boa música, seja para relaxar, encontrar um refúgio ou apenas para passar o tempo. Mas, com a era moderna e tecnologia, o mundo mudou. O velho hábito de comprar um CD do seu artista favorito passou a ser tão raro como alugar um DVD na locadora.

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Serviços de streaming tomaram as rédeas da música, plataformas como a Spotfy e Apple Music não param de crescer e, se por um lado isso é bom, por outro é horrível. Essas empresas brigam entre si por contratos de exclusividade e quem sai perdendo é o seu usuário, que não pode simplesmente ouvir as suas músicas favoritas. E, para o profissional, o músico, a desvantagem vem em dobro, que em muitas vezes fica com apenas 20% de suas receitas. Isso mesmo, a plataforma chega a tirar 80% da receita de seus artistas.

Opus, o futuro da música?

A Opus pensa diferente e quer mudar a indústria da música para melhor. Primeiramente, dando controle total da propriedade criativa para os artistas, que terão mais liberdade para listar suas músicas a um preço que desejem. Desse modo, os músicos vão ter mais chances de ascensão na profissão.

E, para os seus clientes, a OPUS vem com uma ideia inovadora: acabar com a monopolização e centralização dessas plataformas, trazer para o seu usuário o que realmente importa, que é ouvir suas músicas livremente, não importando o reprodutor de som que você escolha e ter a certeza que as faixas que você compra estarão disponíveis, para sempre.

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Pontos importantes:

Algo de extrema importância é a transparência das empresas. Na OPUS, todas as transações são completamente visíveis na Blockchain do Etherum e na nuvem do IPFS. Esconder dinheiro dos artistas é algo proibido, a fundação OPUS não recebe qualquer dinheiro, 97% das receitas é recebida pelos artistas e isso é algo que nunca vai mudar. Outro ponto que vale destacar é o OPUSDAO, uma organização descentralizada e autônoma que tem como uma opção a interação das pessoas com votos em propostas mensais, as quais desenvolvem a plataforma Opus, empresa e cliente andando lado a lado e crescendo juntos.

Crowdsale

A Opus iniciou a venda de seus Tokens no dia 24/07, tendo como objetivo arrecadar capital para desenvolver a plataforma ainda mais e atingir um alto nível. Uma coisa que os desenvolvedores entendem, é que investir um pouco em marketing é imprescindível. A fase 3 já está para terminar, acabando no próximo dia 21 de agosto. Ao todo, foram disponibilizados 900 milhões de OPT, onde 600 milhões de tokens serão divididos entre fundação Opus, desenvolvedores e investidores, 100 milhões de tokens para marketing, compra de licença, recompensas de adoção antecipadas. Para mais informações visite o site: https://opus-foundation.org/.

 

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Leo
Leonardo é um dos mais novos integrantes da Equipe do BTCSoul. Ainda conhecendo melhor o mundo das criptomoedas e blockchain, Leo gosta de ler textos sobre o futuro da economia digital e se aprofundar, especialmente, nos desenvolvimentos em blockchains para games.

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