Se podemos confiar nas últimas notícias da mídia mundial, a Venezuela será em breve o primeiro país a emitir sua própria moeda digital nacional.

Dois dos maiores bancos europeus publicaram seus resultados iniciais de um protótipo de blockchain focada na negociação de petróleo.

Será que blockchain e petróleo combinam?

O projeto, chamado de Easy TradING Connect foi revelado mês passado, como parte de uma maior prova de conceito em blockchain impulsionada pelos serviços financeiros da companhia holandesa ING, e desenvolvido com a colaboração do grupo bancário francês, Société Générale.

De acordo com a publicação, a plataforma foi usada para conduzir negociações ao vivo de petróleo com a empresa de negociação de commodities Mercuria.

Conforme as firmas envolvidas, os resultados do protótipo conseguiu reduzir o tempo e custo para processar a negociação das commodities. Especificamente, eles disseram que a quantidade de tempo que levaria para um banco processar uma transação foi reduzido de três horas para menos de meia hora.

O CFO da Mercuria, Alistair Cross comentou o teste:

“Estamos muito satisfeitos com o sucesso dos testes iniciais. A tecnologia blockchain permite o acesso aos dados e detalhes da transação em tempo real, unindo tudo isso em apenas um ecossistema, criando uma experiência de usuário melhor e mais flexível”.

Apesar da publicação marcar o primeiro reconhecimento público da empresa Mercuria no trabalho com blockchain, o chefe executivo da mesma, Marco Dunand já havia dito anteriormente que a tecnologia poderia reduzir significativamente os custos operacionais, declaração que foi confirmada pelos testes.

Tanto o ING quanto o Société Générale já exploraram vários conceitos de blockchain no passado. O ING não escondeu o fato de estar trabalhando com blockchain corroborativamente e sozinho, bem como o Société Générale também está incluso em vários projetos financeiros, inclusive com outros seis bancos globais.