Shivom: vale à pena vender meu DNA?

Tempos difíceis na economia são algo que acontecem de forma recorrente – especialmente no Brasil. Agora, imagine se, na hora do aperto, você pudesse conseguir dinheiro com nada além do que a natureza te deu (com seu DNA). Isso ainda não é possível, mas com o projeto Shivom, as coisas vão mudar.

Publicado em 29 de Abril de 2018 por

Tempos difíceis na economia são algo que acontecem de forma recorrente – especialmente no Brasil. Agora, imagine se, na hora do aperto, você pudesse conseguir dinheiro com nada além do que a natureza te deu (com seu DNA). Isso ainda não é possível, mas com o projeto Shivom, as coisas vão mudar.

Tendo com base uma poderosa infraestrutura bem fundamentada de Blockchain, os usuários serão capazes de compartilhar e até mesmo vender seus dados genéticos em troca de fundos para empresas farmacêuticas, pesquisadores genéticos e médicos.

Mas fazer o sequenciamento genético não é caro?

Por agora, o preço realmente não é tão convidativo, mas, de acordo com o WhitePaper da Shivom, muito em breve esses preços vão arrefecer substancialmente, permitindo que todos tenham seu DNA sequenciado de forma fácil e barata. O próprio projeto conta com planos para realizar esse tipo de serviço.

Além da questão possivelmente financeira de conseguir vender seus dados genéticos para a indústria médica, também existe a questão relevante de saúde. De acordo com vários profissionais médicos, todo mundo deveria ter seu genoma sequenciado, uma vez que os resultados podem revelar condições genéticas que precisam ser endereçadas o quanto antes para garantir uma vida saudável ao indivíduo.

Qual é a segurança de enviar meu genoma a uma Blockchain?

A mesma segurança que existe ao enviar uma unidade de Bitcoin e Ethereum ao redor do globo para qualquer outra pessoa, ou seja, absoluta! A tecnologia de Blockchain vem se provando inviolável desde 2009, mas, trocando em miúdos, o envio de unidades criptográfica não passa do envio de dados de um ponto a outro através de um registro inviolável.

A criptografia inerente à Blockchain previne qualquer tipo de roubo de dados a menos que seja da vontade do dono da chave privada da carteira (no caso da Shivom, a pessoa que é dona do genoma inserido na rede). Fora isso, a própria plataforma planeja que o usuário tenha a possibilidade de escolher o que deseja enviar, ou não, para tal médico, grupo de estudo, laboratório, etc.

Em quanto tempo será possível vender meu DNA para alguém na Shivom?

Apesar do projeto estar em seu início, seu time estelar de médicos e especialistas na indústria de Blockchain é prova mais do que suficiente de que o mesmo continuará indo adiante após a arrecadação bem-sucedida de sua ICO, que ocorre do dia 3 ao dia 10 de maio de 2018.

De acordo com o roadmap do projeto, uma versão beta da plataforma deve ser lançada até o meio deste ano. Contudo, prevê-se que no início de 2019, a mesma seja lançada de forma definitiva.

O máximo de tokens OMIX a ser disponibilizado pela Shivom é de 3 bilhões, dos quais a distribuição segue o seguinte modelo:

  • 33% entre pré-venda e venda principal;
  • 20% para reserva;
  • 20% para a pool de crescimento;
  • 14% para os fundadores;
  • 10% para os conselheiros;
  • 3% para a comunidade.

Entretanto, caso queira adquirir tokens OMIX durante a ICO da Shivom, fique atento! Assim que o máximo de 990 milhões de tokens forem vendidos, a mesma será sumariamente encerrada. Para saber mais sobre o projeto e realizar sua devida diligência antes de comprar, siga os links abaixo:

Website: https://shivom.io/

Telegram: https://t.me/projshivom

Twitter: https://twitter.com/projectshivom

Facebook: https://www.facebook.com/ProjectShivom

Blog: https://medium.com/@projectshivom

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC4vswPogwvVNgV_hmFkEHyQ

BitcoinTalk

Chrys
Chrys é fundadora e escritora ativa do BTCSoul. Desde que ouviu falar sobre Bitcoin e criptomoedas ela não parou mais de descobrir novidades. Atualmente ela se dedica para trazer o melhor conteúdo sobre as tecnologias disruptivas para o website.

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