Novas fronteiras: possibilidades de implementação do BTC nos jogos eletrônicos

jogos steam BTC

Publicado em 26 de junho de 2017 por

Não resta dúvidas que vivemos em uma época na qual informação é tudo. Diariamente, somos bombardeados por notícias, fotos, vídeos, músicas em nossos celulares e computadores. Todo dia vemos tantos links e acessamos tantas páginas que a leitura de tudo que recebemos nos tomaria mais tempo do que temos disponível.  Nesse contexto de bombardeio midiático, tudo acontece de forma muito rápida e às vezes perdemos um caminhão de dados se piscarmos um minuto.

Naturalmente, você sabe tudo isso. Afinal, já dedicamos bastante tempo para deixá-lo 100% integrado à tecnologia da Bitcoin e dos blockchains, tecnologias revolucionárias e perfeitamente apropriadas à nossa era. Transações com velocidade e segurança é tudo o que o indivíduo pode querer, e ter uma moeda feita quase à mão para esse mundo de informações a jato é um par perfeito.

Um potencial virtualmente inexplorado para BTC e blockchains se dá nos jogos eletrônicos. É até bastante lógico, se considerarmos o crescimento dos e-sports, que aos poucos tomam espaço das grades de canais de televisão dedicados aos esportes profissionais mais tradicionais. Não só o crescimento da interconectividade é verificável na popularidade, mas também em renda – os prêmios de League of Legends para profissionais, por exemplo, só aumentam. Tudo bem, até aí é praticamente conhecimento geral dos entusiastas do universo virtual. O que ainda não foi explorado por desenvolvedoras de jogos são as possibilidades de BTC como microtransações, como uma maneira de se beneficiar das microtransações sem que o jogador perca a imersão.

Nos jogos online, microtransações nada mais são do que pequenos valores colocados nos jogos com o intuito de dar um benefício especial para os jogadores dispostos a pagar. Ele foi popularizado nos jogos free-to-play, jogos que permitem a experiência gratuita, porém com barreiras – por exemplo, você tem um limite de vidas que só são reabastecidas depois de um número X de horas. A tentação de continuar jogando é muitas vezes irresistível para os jogadores já viciados no gameplay, e microtransações se tornaram uma forma viável de capitalização.

Como todas as medidas que envolvem transações monetárias, há críticas ao modelo. Alguns desenvolvedores perderam a mão nos benefícios de microtransações, condicionando a experiência basicamente aos jogadores dispostos a pagar – o pay-to-win, como chamam os críticos. Depois dessa breve introdução, microtransações são uma realidade em todos os níveis dos jogos eletrônicos – desde os de celular até os triple AAA, títulos cujo investimento chega na casa dos milhões de dólares.

O que o BTC pode trazer a esta tendência é a agilidade e confiabilidade.  Uma vez que as desenvolvedoras permitam que seus jogadores utilizem a moeda eletrônica como uma forma de adquirir itens e benefícios in-game, pela confiabilidade, velocidade e segurança que uma transação com bitcoin tem em sua concepção.

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Implementar bitcoin ou blockchain nos jogos eletrônicos, ou em já tradicionais plataformas só traz benefícios tanto para os usuários quanto desenvolvedores – que já se preocupam em estabelecer um vínculo de confiança entre usuário e provedor. Isso é verdade desde sites com foco em app próprio como a PokerStars, no que tange à segurança, até mesmo em lojas como a Steam. Em termos de segurança, você estabelece uma conexão criptografada com uma moeda estável e confiável adotadas pelos dois pólos da transação.

Adotar BTC e as tecnologias não só permitem que um jogador imerso na experiência não se afaste tanto daquele universo, mas também aumentariam a confiança do público gamer na tecnologia.

Afinal, o mercado de jogos ganha em público anualmente; se as desenvolvedoras adotarem BTC como forma de pagamento em microtransações, haveria um boom na confiança e no conhecimento sobre essa tecnologia. Por exemplo,  a última coisa que um jogador pode querer dentro da sua sessão é uma interrupção abrupta com um benefício exclusivo mediante transação. Se houvesse maior rapidez, sem sombra de dúvidas o jogador ficaria mais tentado a realizar a transação e todas as partes sairiam ganhando: o jogador  com seu novo benefício, o desenvolvedor por mais uma compra realizada e a BTC enquanto tecnologia, pelo sucesso da transação e da confiança do público em geral. 

Esta é só uma das possibilidades dessa riquíssima tecnologia. Os blockchains carregam consigo uma possibilidade ainda maior de customização de experiências – a customização eletrônica de personagens em jogos de RPG é um exemplo quem vem à mente. A revolução em termos de propriedade intelectual que essa tecnologia carrega ainda não foi absorvida pela maioria da população, e estar no front dessa mudança paradigmática seria ideal para um mercado gigantesco como o do videogame.  

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Thiago
Thiago é co-fundador e o suporte técnico, famoso faz-tudo, por trás do BTCSoul. Para ele o interesse nas criptomoedas, Blockchain e Bitcoin se encontra também em seu código.

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