Estabelecida no final do ano passado, a Korean Blockchain Association (KBA) propôs um conjunto de regras para a autorregulação projetada de estabelecimento de padrões para a operação de corretoras criptomonetárias.

A polícia sul-coreana prendeu cinco pessoas acusadas de instalar software para mineração oculta em mais de seis mil computadores. Isso foi relatado pela CCN com referências à mídia local.

Segundo a polícia, um grupo de hackers enviou mais de 30 mil e-mails contendo o malware.

De outubro a dezembro de 2017, os invasores enviavam cartas para pessoas que na época procuravam trabalho. Tendo coletado um banco de dados de endereços de e-mail em fóruns e plataformas de busca de emprego, os hackers se apresentavam como gerentes de recursos humanos e potenciais empregadores.

Um arquivo foi anexado ao texto, que, ao ser aberto, fazia o download automático do malware no computador. Cerca de 6 mil usuários foram afetados. No entanto, os hackers conseguiram ganhar uma quantidade bastante modesta de US$1 mil.

“Graças a desenvolvedores de software antivírus e empresas de segurança, o grupo de hackers não obteve um lucro significativo. Na maioria dos casos, os antivírus detectaram o malware dentro de 3 a 7 dias. Quando o malware foi detectado, os hackers enviavam o programa de novo, mas, neste caso, os antivírus lidavam com isso”, destacou a polícia.

De acordo com o McAfee Labs, foi no quarto trimestre de 2017 que aconteceu o surgimento de uma onda de popularidade de mineração oculta (cryptojacking), sendo que durante o segundo trimestre de 2018, o número de ataques aumentou em 86%. Além disso, especialistas observaram que os hackers de hoje estão interessados não apenas em computadores, mas também no poder de computação de dispositivos móveis conectados à Internet.