Cientistas da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, da Universidade de Michigan e da Universidade de Stanford desenvolveram um algoritmo de aprendizagem de máquinas ICORATING capaz de detectar ICOs fraudulentas.

Os projetos de Blockchain continuam sendo realizados através de ICOs e, de acordo com uma nova pesquisa de mercado, apesar da indistinta posição dos reguladores, os EUA se tornaram líderes nesse campo. Isso foi relatado pelo portal Venturebeat.

Os resultados do estudo foram apresentados pelos organizadores da Crypto Finance Conference (CFC), que será realizada em setembro, na Califórnia. Com base em seus resultados, 30 das 100 maiores ICOs até o momento foram conduzidos nos Estados Unidos. A Suíça está em segundo lugar com 15 projetos, e em terceiro, está Singapura, onde foram realizadas 11 maiores ICOs.

“As ICOs continuam ganhando força. Para o primeiro trimestre de 2018, os projetos geraram US$6,3 bilhões a mais que em 2017. Este estudo será de grande ajuda para a próxima geração de projetos. Isso ajudará a entender quais Estados são melhores para lidar com corretoras e criptomoedas”, apontou o CEO da CFC, Andrea-Franco Stöhr

Além disso, o estudo observa muitos Estados trabalhando na regulação das criptomoedas, o que ajudará os projetos de ICO a se sentirem mais confiantes. Entre eles, a Rússia, que abrigou seis das maiores ICOs, e a Estônia, com quatro projetos.

Vale ressaltar que num contexto similar, no início de julho, a Securities and Exchange Commission (SEC) observou um aumento no número de pedidos de ICO.