Mídia chinesa: proibição das ICOs pode ser facilmente contornada

Hoje, dia 12 de abril, a polícia chinesa subitamente interrompeu a Fintech & Blockchain China Summit 2018, uma conferência de um dia realizada em Xangai, organizada pela PTP International.

Publicado em 27 de setembro de 2018 por

A equipe da agência de notícias Xinhua identificou oportunidades de contornar a proibição das Ofertas Iniciais de Moeds (ICO) e das criptomoedas na China. O estudo foi publicado no site oficial do portal.

Segundo os especialistas, a principal maneira de contornar a proibição de ICOs na China pode envolver trabalhos através de empresas estrangeiras fictícias.

De acordo com a agência, depois do enrijecimento na regulamentação do mercado de criptomoedas e de ICOs na China, as corretoras locais de ativos digitais transferiram suas atividades para o exterior. Embora tenham fechado para o mercado interno do país, as possibilidades de prestar serviços para os usuários da região de origem ficaram.

A maioria das empresas escolheu Malta como uma nova jurisdição, o que, de acordo com os pesquisadores, é evidenciado pelo amplo uso da língua chinesa nas plataformas de negociação registradas no país.

De acordo com a Xinhua, para coordenar e alertar os usuários chineses sobre as possibilidades de trabalhar com criptomoedas e ICOs, os canais do Telegram são ativamente usados.

“Parece que as transações de balcão não violam nenhuma lei. Isso permitiu a abertura de um canal para a transferência de tokens de ICOs”, relatou a fonte da agência de notícias.

Além disso, a maioria das medidas tomadas pelas autoridades chinesas para proibir o acesso aos projetos de ICO, segundo a agência, pode ser contornada através de VPNs privadas.

Chrys
Chrys é fundadora e escritora ativa do BTCSoul. Desde que ouviu falar sobre Bitcoin e criptomoedas ela não parou mais de descobrir novidades. Atualmente ela se dedica para trazer o melhor conteúdo sobre as tecnologias disruptivas para o website.

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