Segundo os autores do novo protocolo, o Tari se concentrará em tokens "com características únicas" que contenham informações sobre direitos de propriedade (por exemplo, pontos de fidelidade ou bens virtuais). Além disso, os desenvolvedores observam que o protocolo permitirá que os emissores de ativos digitais participem do mercado secundário.

Um novo protocolo para ativos digitais chamado Tari será criado em breve com base na rede Monero. Isso foi relatado pela CoinDesk.

Segundo os autores do novo protocolo, o Tari se concentrará em tokens “com características únicas” que contenham informações sobre direitos de propriedade (por exemplo, pontos de fidelidade ou bens virtuais). Além disso, os desenvolvedores observam que o protocolo permitirá que os emissores de ativos digitais participem do mercado secundário.

A criação do Tari terá participação do principal desenvolvedor do Monero, Riccardo Spagni. O site do projeto observa que o novo protocolo suportará “todos os tipos de ativos digitais” e será capaz de processar “milhares e milhares de transações por segundo”.

“Se você já tem um sistema distribuído que não exige confiança e suporta tokens com um determinado conjunto de propriedades, agora as regras do jogo mudam, porque agora os usuários poderão negociar esses ativos digitais”, observam os desenvolvedores.

Além disso, representantes do novo projeto enfatizaram que não posicionariam seu produto como um novo “competidor do Ethereum”: em sua opinião, protocolos e redes orientados a uso específico podem ser muito mais úteis que soluções universais.

Lembramos que em março deste ano, a gigante chinesa Bitmain apresentou uma mineradora ASIC Antminer X3 para criptomoedas baseadas no algoritmo CryptoNight, tais como o Monero.