Regulador japonês suspende trabalho de duas corretoras de criptomoedas

A Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) emitiu uma ordem de suspensão da operação de duas corretoras de criptomoedas – FSHO e Bit Station.

Publicado em 8 de Março de 2018 por

A Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) emitiu uma ordem de suspensão da operação de duas corretoras de criptomoedas – FSHO e Bit Station. Isso foi informado pelo portal Nikkei Asian Review.

O trabalho das plataformas permanecerá suspenso por 30 dias. Durante este período, eles devem tomar todas as medidas necessárias para melhorar os sistemas internos de segurança.

Note que a Bit Station foi pega com seus funcionários usando fundos de clientes para seus próprios fins. Anteriormente, a corretora recebeu uma autorização temporária de trabalho, mas posteriormente retirou seu pedido para a licença necessária.

Além disso, a FSA obrigou cinco outras corretoras – Tech Bureau, GMO Coin, Bicrements, Mr. Exchange e Coincheck – a fornecer um plano escrito de melhoria da segurança até 22 de março.

Lembramos que em 26 de janeiro, a corretora japonesa Coincheck confirmou um grande roubo de fundos da plataforma: um total de 58 milhões de ienes (US$533 milhões) em NEM (XEM) foi roubado.

Logo após o hacking, o regulador japonês verificou a situação financeira e os sistemas de segurança da Coincheck. Em 15 de fevereiro, a corretora forneceu à Agência de Serviços Financeiros do Japão um relatório contendo um plano de medidas às quais apelaria para melhorar seus processos comerciais.

Por fim, vale ressaltar que duas grandes associações que representam a indústria criptomonetária japonesa chegaram a um acordo sobre a formação de uma organização auto-regulada que, com a assistência da FSA, visa desenvolver padrões de segurança em prol investidores.

Chrys
Chrys é fundadora e escritora ativa do BTCSoul. Desde que ouviu falar sobre Bitcoin e criptomoedas ela não parou mais de descobrir novidades. Atualmente ela se dedica para trazer o melhor conteúdo sobre as tecnologias disruptivas para o website.

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